TESTEW

Uma tradição que se mantém ao longo da vida do blog: As nossas sugestões para o Verão. São livros que já lemos e gostamos ou queremos muito ler...


Carrega nas capas e obtém mais informação de cada um deles:
Tenho Policial, Fantástico e Romance. São todos uma boa companhia para este Verão.

http://www.topseller.pt/livros/a-defesa
http://www.planeta.pt/https://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-contemporaneo/a-historia-secreta/?search_word=a%20hist%F3ria%20secretahttps://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/thriller-o-218184/nao-me-deixes/


http://www.quintaessencia.com.pt/pt/romance/contemporaneo/o-ultimo-minuto/https://www.facebook.com/pages/Suma-de-Letras-Portugal/447625115346375?fref=tshttp://www.dquixote.pt/pt/literatura/romance-traduzido/mistica-fatal/


http://www.nunonepomuceno.com/http://www.clubedoautor.pt/public/ClubeDoAutor/home#http://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/beijo-fatal?id=16418645
http://www.planeta.pt/livro/escrevam-a-dizer-quem-foi-ao-meu-funeral-2https://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/thriller-o-218184/a-ultima-noite-em-tremore-beach/http://www.dquixote.pt/pt/literatura/policial/o-olhar-dos-inocentes/
http://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/-b-sonhos-b-de-deuses-e-monstros?id=16481659http://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-historico/toda-a-luz-que-nao-podemos-ver/?search_word=toda%20a%20luz%20que%20n%E3ohttp://www.saidadeemergencia.com/produto/irmaos-de-armas/

http://www.saidadeemergencia.com/produto/-o-202337/pureza-mortal/http://www.vogais.pt/livros/sapiens-historia-breve-da-humanidadehttps://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/thriller-o-218184/febre/



http://www.clubedoautor.pt/public/ClubeDoAutor/home#http://www.leyaonline.com/pt/livros/literatura/thriller-policial/infiltrado/http://www.planeta.pt/


http://marcador.com.pt/contents/view/216











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Close up interviews com Sandra Brown





Sandra Brown, a segunda convidada das "Close up interviews" fala sobre o livro "O último minuto" (que estará à venda já na próxima semana), sobre hábitos de escrita e partilha connosco algumas confidências com um sentido de humor delicioso.  (brevemente: versão inglesa)



Paulo Pires (PP): A Sandra deu muitas entrevistas ao longo da sua vida. Vou começar por perguntar: Qual a questão que menos gosta? E porquê?

Sandra Brown (SB): Não gosto de «Onde vai buscar as suas ideias?». Isso é quase impossível de responder. Às vezes posso dizer com certeza que a ideia surgiu a partir de uma notícia, ou que eu queria escrever uma história sobre alguém numa determinada carreira, ou que queria abordar uma questão social atual. Mas na maioria das vezes, não faço tenho ideia de onde veio a ideia. Apenas está lá.

(PP): Que pergunta nunca lhe foi feita e que gostaria que fosse? E qual a resposta.

(SB): Esta é a única pergunta para a qual não tenho resposta!

(PP): Eu sigo-a no facebook, e uma das coisas que salta à vista é a relação forte e especial que tem com a sua família. Começou a escrever quando foi despedida e o seu marido foi quem a motivou a tornar-se uma escritora a “full-time”. Como gere o seu tempo entre os seus dois amores, escrita e família? Nalgum momento tem que escolher?

(SB): Isso é muito perspicaz da sua parte – a minha família é extremamente importante para mim. Considero os meus filhos a minha maior realização. São adultos com as suas próprias famílias, e não me lembro de uma época em que não tenha escrito. Eles sempre me apoiaram. O meu marido é o cônjuge mais paciente e solidário do mundo! Ele permitiu-me desinteressadamente seguir uma carreira a fazer o que adoro fazer...porque me ama. Nunca me obrigaram a escolher entre família e carreira, mas às vezes tenho de fazer malabarismos com os horários para acomodar ambos! Agora, com quatro netos, eu e o meu marido esforçamo-nos por organizar encontros familiares.

(PP): Em “O último minuto” escreveu pela primeira vez na primeira pessoa através de entradas em diário. Eu julgo que o ponto de vista através da primeira pessoa é o mais íntimo, a perspectiva que mais expõe a personagem (e o autor). É muito difícil escrever na primeira pessoa?

(SB): Por acaso, gosto mais de escrever e ler na terceira pessoa do que na primeira. Mas, a fim de poder divulgar bastantes informações de fundo sem escrever parágrafos da narrativa, o que poderia ter-se tornado entediante para o leitor, revelei a história passada através do diário de Flora. A sua voz era tão pungente que o diário acabou por ser uma forma muito eficaz de descrever outras personagens e revelar a sua história ao leitor.

(PP): O título, “O último minuto” (“Deadline” – na versão original), tal como disse no seu vídeo promocional, transporta a sensação de urgência. Como lida com os seus prazos (“deadlines”)? São para si um problema?

(SB): Estabeleço prazos mais rigorosos para mim do que a minha editora. Voltando à vida em família, planeio férias em volta dos prazos de escrita que imponho a mim própria. Por exemplo, se planeamos algo para julho, quero ser terminada a primeira versão do livro em junho. E trabalho melhor sob pressão. Se preciso de terminar, termino.

(PP): A Sandra não só escreve, também motiva as pessoas a escrever! Em conjunto com o seu marido criaram em 2008 o prémio “Scholarship Award” que «fornece um acompanhamento integral “escolar” a estudantes que demonstrem excelência e significativo potencial com escritores de ficção», atribuído anualmente, desde então. Fale-nos um pouco sobre esse projecto. 

(SB): Ter êxito na indústria da escrita / edição é difícil. Muitas vezes, bons escritores têm de manter outros empregos durante anos antes de poderem sustentar-se com a escrita. O meu marido e eu quisemos dar uma ajuda aos alunos que já provaram a sua paixão pela escrita. Tivemos seis vencedores até agora, todos excelentes. Estamos muito orgulhosos desse legado.

(PP): Descreva-nos a sua rotina de escrita. 

(SB): Escrevo num escritório fora de casa, portanto, «vou trabalhar» todos os dias da semana. Aos fins de semana, escrevo em casa. Muitas vezes escrevo sete dias por semana, fazendo um intervalo de 2-3 dias de tantas em tantas semanas, para estar com os amigos ou a família. Não sou madrugadora, por isso o meu dia de trabalho vai das 10:00 até às 18:00, aproximadamente. À noite, leio. Essas horas são tão importantes como as horas de escrita. Para se ser um escritor, primeiro é preciso ser-se um leitor voraz.

(PP) Planeia os seus livros antecipadamente, ou deixa fluir? 

(SB): Planear é uma boa palavra. Antes de começar, já sei para onde vou. Não sei exatamente como lá vou chegar. Já tenho a história básica na cabeça, mas assim que os personagens estão no seu lugar, e em «apuros», deixo a história desenrolar-se. Os personagens tomam as decisões por mim. Ouço o que dizem, vejo o que fazem, escrevo-o. Às vezes, nem eu esperava algumas das melhores reviravoltas na história!

(PP) O que poderíamos ver no seu local de trabalho, tudo coisas normais, ou tem algo distintivo ou inusual? 

(SB): Velas e flores. São «essenciais» para mim. Além do computador, livros de referência, blocos de notas, telefone, parafernália típica de escritório, há sempre flores frescas e uma vela perfumada sobre ou perto da minha secretária

(PP) Conte-nos algo sobre si que seja desconhecido e surpreendente.

(SB): Os fãs que me lêem há anos surpreendem-se quando me conhecem e ouvem a minha voz. Tenho um sotaque texano muito acentuado. Também já ouvi, «não esperava que a senhora fosse engraçada». Suponho que, como os livros são sérios, as pessoas são muitas vezes surpreendidas pelo meu sentido de humor.

(PP): Têm alguma história engraçada sobre “Tour”! de livros ou eventos de divulgação de livros que possa partilhar connosco?

(SV): No início de minha carreira, eu estava numa sessão de autógrafos numa loja de um centro comercial. O dono da loja tivera imenso trabalho e pusera-me numa mesa com flores e penas para escrever, garrafas de água e um prato de bolachas. Durante duas horas, ninguém apareceu. Não autografei um único livro. Foi humilhante. Quando eu estava prestes a ir-me embora, uma mulher aproximou-se da mesa e eu pensei: «Finalmente! Uma
leitora.» Ela perguntou: «Quanto custam as bolachas?» Acabei por lhas dar.






PS: O meu agradecimento público ao cuidado da nossa parceira Quinta Essência, em toda a ajuda que nos deu para que esta excelente entrevista tivesse lugar.


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Várias editoras juntaram-se à comemoração do 2º Aniversário do Blog Livros e Marcadores, e possibilitaram um Mega-Passatempo  de 11 livros, com o objectivo de retribuir o carinho recebido ao longo destes mágicos 2 anos. 


Agradeço a oportunidade que tive em conhecer Autores, Editoras, Bloggers e os Meus Leitores (mais ou menos) anónimos, com quem pude trocar impressões e com quem pude partilhar esta paixão que tenho pelos livros. Gostaria de poder oferecer 1 livro a cada um de vocês, já o disse muitas vezes, mas 11 livros deixarão concerteza muita gente feliz. 


- Só são aceites participações de Portugal válidas (que respeitem as regras abaixo enumeradas)
- Aceite uma participação por pessoa em cada dia
- São aceites participações até dia 30 de Março de 2014.

 - As editoras e o blog não se responsabilizam por eventuais extravios.

  
 

A participação resume-se a:

1 - Fazerem "Gosto" na página do facebook Livros e Marcadores (se ainda não tiverem feito).

2 -Partilhar (partilha tem que ser pública, não só para amigos) a publicação  do nosso facebook deste passatempo no vosso mural do facebook através da nossa página Livros e Marcadores escrevendo nos comentários o nome de 3 amigos vossos do facebook.


Link da publicação no facebook aqui

Nota: Cada participante pode concorrer 1 vez por dia (aumentando a possibilidade de ganhar) desde que os 3 amigos mencionados sejam diferentes dos mencionados anteriormente por si. 

A distribuição dos livros será aleatória pelos vencedores.


Os livros do passatempo são:
(se carregarem em cada um deles terão acesso a mais informação sobre os mesmos). 





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#2 (teste) Como guardar o seu café


Como guardar o seu café e cuidados de preservação

O café é um produto perecível, ou seja, exposto a alguns elementos começa a deteriorar-se (em termo de qualidade, perdendo algumas das suas principais características que fazem toda a diferença na experiência sensorial que é tomar um café.

Não nos podemos esquecer que o café é um produto orgânico, e tal como nos alimentos hortícolas, existe uma validade para este tipo de produtos, embora não seja tão perceptível visualmente.

Infelizmente, o café tem uma rápida deterioração, por isso aconselha-se à compra de pequenas quantidades.
O período de validade (após abertura da embalagem de café moído) ronda as 2 semanas dependendo da quantidade de café que consomem saberão quanto devem comprar. Não é por mero acaso que o café é vendido, por norma, em sacos de 250g. 

Por norma, os cafés especiais (produto “Gourmet”), são vendidos em embalagens de 250 gramas porque a qualidade é um factor de diferenciação e tem que se preservada a todo custo).

O café começa a perder propriedades (principalmente) após a torra e mais acentuadamente após a moagem. Obviamente é passível de ser consumido após esse período, contudo assim não estamos a aproveitar todas as características soberbas do café.

O café atinge o seu auge de sabor após 2/3 dias a torra.

Os principais inimigos do café são:

1) Ar 

2) Humidade

3) Calor

4) Luz


O ar é composto por vários gases, dos quais o verdadeiro inimigo do café é o oxigénio, pois oxida os óleos existentes no café que emergem à superfície do grão, naturalmente algumas semanas após a torra (processo natural denominado exsudação do café).

O calor acelera a exsudação do café e o frio, que contém humidade, é prejudicial porque o café é higroscópico e tende a absorver a humidade do meio ambiente envolvente.





Notas:

Devemos manter o café, dentro do possível, afastados desses elementos de forma a salvaguardar a frescura dos sabores e dos odores do café.

O Café detesta calor e frio, deve ser mantido à temperatura ambiente.

Já reparam que as embalagens de café têm um pequeno orifício circular? Esse orifício tem como função deixar sair o dióxido de carbono e não deixar entrar oxigénio.

Onde guardar?

Guardar num lugar fresco, escuro, num recipiente próprio, normalmente o melhor lugar é a despensa da cozinha (ou armário), tendo em atenção para o afastar de focos de calor, como o fogão ou armários que recebem uma excessiva exposição solar.


Características ideais do recipiente:

- Opaco,
- Hermético - impede a absorção de humidade pelo café e o contacto com mais oxigénio além do remanescente dentro do recipiente.
- De preferência de vidro, alumínio ou cerâmica.

Porque não colocar o café no frigorífico e congelador?

O café é higroscópico. Absorve a humidade do meio ambiente e com ela os aromas existentes nesse meio envolvente.

A congelação afecta a qualidade do café porque os óleos do café se deterioram com o arrefecimento e porque na descongelação o café absorve humidade (café com demasiada humidade apresenta um sabor a mofo).

Quando colocar no frigorifico o café?

Nunca. A não ser que se pretenda libertar o frigorifico de cheiros ... Ou (como li algures) se esteja a levar a cabo uma experiência para saber como estragar o café!

Conselhos:

- Comprar café directamente, se possível, a quem faz (e sabe fazer) a torra (Não se assustem é possível e vou dizer-vos como eu faço).
- Guardar convenientemente o café
- Desfrutar do café
  
Dicas

Para se poder saborear um café e poder usufruir dele em toda plenitude, segundo os entendidos, o ideal é que o café seja moído imediatamente antes do seu consumo. Se puderem, aproveitem a oportunidade de apreciar assim o café.

Apoio:
http://www.academiadocafe.pt/


Academia do Café tem por objectivo «contribuir para a promoção do consumo de café de qualidade. Porque o café não é meramente uma bebida que tomamos na pausa do trabalho, ou a forma como terminamos uma refeição, é antes o que nos fica desses momentos, o que levamos no paladar.», além de dar formação e prestar serviços de consultadoria na área do Café.

Visitem a página da Academia do Café.

https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif



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«A verdade torna-se lenda.»


Outrora conhecida como a costa ocidental dos Estados Unidos, a República é agora uma nação em guerra permanente com as vizinhas, as Colónias. Nascida numa família de elite num dos distritos mais abastados da República, June, aos quinze anos, é um prodígio militar. 

Obediente, entusiasmada e dedicada ao seu país, está a ser aperfeiçoada para fazer parte dos círculos mais elevados da República. Nascido num dos bairros de lata do Setor Lake da República, Day, também com quinze anos, é o criminoso mais procurado da República. 

Mas talvez os seus motivos não sejam tão maliciosos quanto parecem. Pertencendo a mundos muito diferentes, não há motivo algum para que os caminhos de June e Day se cruzem - até ao dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado, e Day se torna o principal suspeito. 

Agora, apanhado no derradeiro jogo do gato e do rato, Day corre pela sobrevivência da sua família, enquanto June tenta desesperadamente vingar a morte do irmão. Contudo, numa reviravolta chocante, os dois descobrem a verdade daquilo que verdadeiramente os levou a encontrarem-se, e a que ponto a nação de ambos está disposta a chegar para manter os seus segredos. Repleto de ação imparável, suspense e romance, o fascinante primeiro romance de Marie Lu irá certamente comover e arrebatar os leitores.

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Marie Lu nasceu em Wuxi, China em 1984.

Tem uma especial predileção por livros de distopias.


Actualmente é escritora a tempo inteiro. Foi "art director" numa empresa video jogos.

Formou-se em University of Southern California em 2006 e vive nos LA.




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