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«A verdade torna-se lenda.»


Outrora conhecida como a costa ocidental dos Estados Unidos, a República é agora uma nação em guerra permanente com as vizinhas, as Colónias. Nascida numa família de elite num dos distritos mais abastados da República, June, aos quinze anos, é um prodígio militar. 

Obediente, entusiasmada e dedicada ao seu país, está a ser aperfeiçoada para fazer parte dos círculos mais elevados da República. Nascido num dos bairros de lata do Setor Lake da República, Day, também com quinze anos, é o criminoso mais procurado da República. 

Mas talvez os seus motivos não sejam tão maliciosos quanto parecem. Pertencendo a mundos muito diferentes, não há motivo algum para que os caminhos de June e Day se cruzem - até ao dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado, e Day se torna o principal suspeito. 

Agora, apanhado no derradeiro jogo do gato e do rato, Day corre pela sobrevivência da sua família, enquanto June tenta desesperadamente vingar a morte do irmão. Contudo, numa reviravolta chocante, os dois descobrem a verdade daquilo que verdadeiramente os levou a encontrarem-se, e a que ponto a nação de ambos está disposta a chegar para manter os seus segredos. Repleto de ação imparável, suspense e romance, o fascinante primeiro romance de Marie Lu irá certamente comover e arrebatar os leitores.

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Marie Lu nasceu em Wuxi, China em 1984.

Tem uma especial predileção por livros de distopias.


Actualmente é escritora a tempo inteiro. Foi "art director" numa empresa video jogos.

Formou-se em University of Southern California em 2006 e vive nos LA.




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Apelo .... à união


Boa tarde a todos os leitores ...

no âmbito deste novo espaço, e pretendendo este espaço ser de partilha e troca de ideias ponho-vos o seguinte desafio:

dar sugestões de procedimentos a levar a cabo pelos berçários, creches, escolas para diminuir a probabilidade de contágio.

Hoje foram disponibilizadas noticias, em que escolas foram fechadas. Crê-se que a vacina a ser disponibilizada só o será para Dezembro. Assim ... cabe-nos a nós ter uma atitude responsável, não alarmista mas contudo realista.

E começo eu por dar algumas:

- Acho que em caso de alguma criança não aparecer, as instituições devem ter um papel pró-activo e ligar aos educadores para saber a razão da ausência, com vista, na eventualidade de alguma doença que mereça cuidados preventivos.

- As instituições devem sentar-se com os educadores e apresentar procedimentos previstos para fazer face a possíveis epidemias. Dando a possibilidade dos educadores terem um papel activo, e poderem acrescentar mais valia com a sua presença e a sua interacção com os restantes educadores.

- Todos os educadores/professores devem ter noção dos cuidados básicos de higiene, como ilustram os posts abaixo.

Agradeço todas as contribuições ...

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